Setor moveleiro registra desempenho positivo no mês de julho

A cadeia produtiva de madeira e móveis renovou seu ímpeto competitivo com um desempenho favorável no mês de julho deste ano. Produção, vendas do comércio varejista, produtividade e investimentos tiveram crescimento e impulsionaram uma recuperação para o segundo semestre. Os dados estão no relatório Conjuntura e Comércio Externo do Setor de Móveis no Brasil, elaborado pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI).

Com um crescimento significativo, as vendas do comércio varejista de móveis, incluindo eletrodomésticos, obtiveram um aumento de 12,3% em volumes de peças e 13,2% em valores das receitas. No ano, a alta é de 4,8% nos volumes vendidos e 7,1% nos valores. A produtividade do setor também teve avanço, chegando a 13,2% em julho e acumulando acréscimo de 9,8% no ano – resultado bem acima da indústria de transformação que contabiliza alta de 3,5% em 2013.

Os números da produção nacional de móveis fecharam o mês com acréscimo de 2,1%, chegando a 40,5 milhões de peças. No acumulado do ano, o crescimento foi 4,5% e, quando comparado aos últimos 12 meses, a alta chegou a 2,2%. No entanto, a produção moveleira do Rio Grande do Sul não seguiu o mesmo ritmo, fechando o mês de julho com queda de 1,3% – no comparativo de janeiro a julho de 2013 com o mesmo período do ano anterior, a queda foi maior: 1,6%; já no acumulado em 12 meses a diminuição foi de 3,7%.

O consumo aparente foi outro dado positivo para as indústrias de móveis, com crescimento de 2,4% em julho e alta de 5,7% no ano. Mesmo assim, o RS registrou queda, foram 6,8 milhões de peças e redução de 2,7% no mês. O consumo dos gaúchos representou, ainda, 16,8% do nacional. Nesse contexto, os importados tiveram 2,3% de participação no mês de julho no Brasil, enquanto os exportados tiveram 3,2%. No mercado gaúcho, os importados representam 1,0% do consumo interno e os exportados 4,6% da produção local. Os preços ao consumidor também cresceram 1,22% em agosto e 6,09% no ano. Já a inadimplência recuou 3,5% em julho e no comparativo com o mesmo mês do ano passado a diminuição foi 6%, influenciada pela queda nas dívidas em atraso junto aos bancos.

EMPREGOS EM ALTA
Outro destaque do setor moveleiro foi o volume de pessoal ocupado, que avançou 1,3% em julho. Ainda, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho e Emprego, no período foram fechados 843 postos de trabalho no setor moveleiro nacional, alcançando 270.689 empregos diretos – alta de 1,2% sobre dezembro de 2012. No Rio Grande do Sul o número de demissões foi maior que o de contratações, totalizando 158 postos fechados e acúmulo de 40.131 empregos diretos, além de um acréscimo de 3,4% com relação a dezembro do ano passado. (Fonte: Movergs – 04/10/2013)

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