O nó está na educação e nos custos

A Lupo (Araraquara/SP), que faz meias, roupas íntimas e esportivas, investiu em cinco anos, R$ 150 milhões no seu parque fabril, para aumentar a produção, trocar máquinas e alcançar novas etapas da cadeia produtiva. Entre outras empresas entrevistadas pelo Ipea seguiram a mesma tendência: 71% informaram ter feito ampliações de capacidade e modernização nos últimos dois anos. A mesma pesquisa mostra que a baixa qualificação da mão de obra também é empecilho para o aumento da produtividade. A consultoria InterB., com dados do Conference Board, mostra que a produtividade do trabalhador brasileiro (+1,02%) foi a que menos cresceu de 1996 a 2012 entre sete países emergentes. Tal fato é resultado de limitações do sistema educacional. Na mesma matéria, publicada pela Folha de SP, na própria Lupo, soube-se que o custo de transporte e logística, entre outros, face às dificuldades nas nossas rodovias, prejudicam também ganhos de produtividade. (Folha de S. Paulo – 02/03/2014)

 

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