Colchões, camas-box e os consumidores de baixa renda

De acordo com a última pesquisa IEMI sobre o Comportamento do Consumidor de Colchoes (Abril/2019) foi observado que 53% dos consumidores de baixa renda (poder de compra qualificado na categoria D/E), optaram pela compra do colchão “camas-box”, em relação a a pesquisa anterior (2017) onde cerca de 45% dos consumidores de baixa renda optaram pelas camas-box.

Desde a chegada das primeiras versões dos colchões (de molejo ou espuma) combinados com a cama-box, no mercado brasileiro, este produto se tornou rapidamente o mais desejado dos consumidores, dando início a um processo de substituição das tradicionais camas de madeira e metal. No início, por serem mais caras, muitas delas importadas, se tornaram privilégio dos consumidores com renda mais elevada. Com a nacionalização deste produto e de seus componentes, juntamente com o ganho de escala, seus custos foram ficando reduzidos, tornando-se mais acessíveis para as pessoas de baixa renda.

Porém em relação os consumidores dos demais poderes de compra, eles ainda são os maiores consumidores dos colchões de molejo, uma vez que esta tecnologia, ainda é mais cara que a dos colchões de espuma.

Para mais informações, conheça o Estudo do Comportamento de Compra do Consumidor de Colchões – IEMI.

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