Vestuário entre as crianças

“Não tem crise para as crianças. Elas crescem e perdem suas roupas, assim não tem como adiar o consumo desses produtos. Pode-se mesmo cortar gorduras, menos brinquedos, menos produtos de ocasião, roupinha de uma festa, mas as roupas vão sendo perdidas porque elas crescem”, afirma Marcelo Villin Prado, diretor do IEMI – Inteligência de Mercado. O empresário Tico Sahyoun, diz: “Como tudo na crise tem sempre um lado bom, o aumento do dólar, a dificuldade da ida ao exterior, principalmente no mercado infantil, o consumidor verifica que aqui tem muita coisa legal”. Outro empresário, Fernando Moreira, afirma: “Os pais deixam de comprar para eles, mas não deixam de comprar para os filhos. Eles podem até ter reduzido o número de peças, mas continuam comprando, porém, eles agora estão mais preocupados com preço e qualidade do que quantidade”. Ainda de acordo com o IEMI, a previsão para este segmento é que neste ano poderá ter um crescimento de 6%. (Pequenas Empresas & Grandes Negócios/G1/21-08-2017)

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