Sobre o mercado de moda vestuário

O IEMI – Inteligência de Mercado, projeta para 2017 incremento de 1,2% no volume de venda de vestuário após registrar queda de 5,9% em 2016. Em 2016, a receita cresceu 1,3% para R$ 183,6 bilhões. Descontada a inflação a queda real foi de 6%. Da mesma forma o IEMI projeta par este ano um aumento de 2,9% no volume produzido no país, enquanto as importações terão queda de 10,3%. Rafael Cervone, presidente da Abit, disse que as indústrias de confecções têm usado mais tecidos de denin e viscose com produção local além de malhas sintéticas à base de poliéster face aos preços mais baixos em comparação ao algodão puro. No segmento varejo de vestuário, Marcelo Prado, diretor do IEMI, diz que a decisão de algumas varejistas apostarem em tecidos mais baratos poderão atrair menos consumidores às lojas e ampliar a disputa por preços. “Geralmente o que atrai o consumidor à loja é a novidade. Os básicos são vendidos junto com o item de moda mais inovadora. Uma oferta ampla de itens básicos pode acabar não atraindo o consumidor. Ai terá que brigar por preço”, afirma Prado. De acordo com o diretor da Abvtex, Edmundo Lima, as maiores varejistas de moda tem adotado, também, uma gestão cuidadosa de estoques e melhorar a produtividade das lojas existentes: “Não dá para se comprometer com a abertura de lojas em um cenário ainda de incertezas”, acrescenta Lima. Entre as grandes varejistas a Renner, é a única que mantém o plano de abrir 150 lojas entre 2017 e 2021 com uma média de 30 lojas por ano. Em 2016 a Renner abriu 64 lojas. (Valor/29-12-2016)

 

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