Projetos mais modestos

O IEMI projeta para o segmento de moda infantil queda de 0,2% em volume no consumo aparente no País, para 1,61 bilhões de peças. Em receita, a previsão é de crescimento nominal de 6,4% que poderá atingir R$ 0,61 bilhões. “Todo o mundo é afetado por esse momento econômico”, observa Marcelo V. Prado, seu diretor. Explica também “No segmento de moda infantil o plano de expansão das empresas sofre um impacto pequeno porque ainda existe muito mercado que não é atendido”. Entre marcas conhecidas, neste segmento, Ri Happy e PB Kids trocam abertura de lojas próprias por (lojas dentro de lojas). A TDB Têxtil, dona da Tip Top muda o perfil de seus projetos de mega lojas para espaços menores e a Alô Bebê prevê crescimento menor para 2015 focado em cerca de 10% segundo, seu diretor de marketing, Nilton Bueno. (Valor/18-08-2015)

 

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