Os donos das manchetes fictícias

O dramaturgo e cronista Nelson Rodrigues (1912-1989), era um entusiasta da mentira, como se verdade fosse. Com esta frase se inicia a matéria “Com isenção da Verdade” inserida no suplemento “Eu & Fim de Semana” do dia primeiro de abril. O site “Sensacionalista” e o blog “The Piauí Herald” são talvez hoje os maiores expoentes do humor sobre fatos do País. No Facebook a fanpage do “Sensacionalista” é acompanhada por cerca de 2,3 milhões de fãs. Na Republica o jornal “Careta” (1908-1960) marcou posição contra Getúlio Vargas no período ditatorial (1931-1945) e também, quando eleito (1951-1954). Em 1969, entra em cena o Pasquim (desaparecido em 1991), que virou por vezes, sinônimo de deboche velado à ditadura militar. Algumas notas recentes do Sensacionalista: “Lula anunciou que concorrerá à presidência em 2018 só para se nomear ministro” – “Vírus que faz sumir nome de Aécio, infecta computador de Moro” – “Alfaiate do Planalto é chamado para ajustar faixa presidencial para caberem Temer, Cunha e Serra”. (Valor/01-04-2016)

 

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