O ruído que vem da China

Advertências que soam da China para o mundo: “Crescimento de 7% é referencia e não meta”, disse o premiê chinês, Li Keqiang, ao mencionar: “Nós nunca dissemos que temos de defender qualquer meta até a morte”, por outro lado, Jia Quiggno, reitor na Universidade de Pequim alerta: “Os próximos cinco anos serão muito importantes para a reestruturação da economia”. Na sexta-feira, dia 23, o Banco do Povo da China, cortou as taxas básicas de juros pela 6ª vez em menos de 1 ano e reduziu o compulsório bancário. (Estadão/26-10-2015)

 

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