O retorno ao crescimento não será para todos

As marcas de vestuário mais organizadas em termos comerciais e com maior apelo em termos de produto e giro, deverão colher os melhores frutos e buscar a maior parcela da demanda esperada para este ano. As marcas de menor expressão, que ofertam produtos mais básicos ou menos atrativos, ou que atuam de forma mais tímida na comercialização de seus produtos, às vezes dependendo quase que exclusivamente de suas lojas de atacado, para escoar a sua produção, tendem a ter de esperar mais pela normalização de seus negócios, devendo enfrentar ainda muitos picos e vales na demanda por seus produtos.

A retomada, como já se previa, demorou a ser sentida no dia a dia das empresas e para muitos modelos de negócio, ainda não trouxe resultados relevantes. Está claro que o retorno ao crescimento, não atingirá todas as camadas da população, no curto prazo, nem a todos os modelos de negócio, com a mesma intensidade. (Trecho do artigo de Marcelo Villin Prado, diretor do IEMI – Inteligência de Mercado à Revista Costura Perfeita Edição Ano XIX – N101 – Janeiro/Fevereiro 2018)

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