O comportamento do consumidor de vestuário, desde a crise, o que mudou?

 

Nos últimos dois anos, segundo os estudos de mercado do IEMI, a forte recessão que se abateu sobre a economia brasileira, afetou de maneira significativa o consumo de moda, resultando no encolhimento das vendas de roupas no varejo interno, em 11%, neste período, saindo de um volume anual da ordem de 6,5 bilhões de peças, em 2014, para pouco menos de 5,8 bilhões, no acumulado de 2016 (estes números não consideram roupas profissionais, promocionais e uniformes escolares).

Logo no início deste ano (2017), o IEMI realizou uma pesquisa detalhada sobre o comportamento dos consumidores de moda, no Brasil, envolvendo 1.250 entrevistados de todas as faixas etárias, poder de compra e região, com o intuito de entender como as decisões de compra dos brasileiros foram afetadas pela crise.

Os resultados deste trabalho visam auxiliar produtores de roupas, gestores de marcas e varejistas, a adequarem suas estratégias para a retomada do crescimento, previsto para acontecer já a partir do segundo semestre deste ano. A seguir, compartilho com vocês, alguns resultados interessantes desta última pesquisa, que retratam as mudanças neste comportamento, comparativamente aos resultados registrados em 2014, período pré-crise:

 >> Conheça melhor o que o estudo apresenta.


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