O comércio eletrônico e a moda

Desde 2012 a moda e acessórios, são lideres, em vendas no e-commerce. A partir de 2009, quando se encontrava em 16º iniciou sua virada e no ano passado teve participação de 14,4% sobre o montante de vendas do comércio eletrônico que atingiu R$ 39,5 bilhões, segundo números do ABComm. Mas, na visão do consultor de varejo, Rubens Panelli Junior, sócio da Panelli e associados – “ela não é apropriada para todos”, segundo ele, no caso de uma grande varejista como a C&A entrou neste canal, na década de 90 e desistiu. A Riachuelo, que previa lançar sua plataforma on-line este ano, adiou para 2016. A Marisa, presente desde 1999 mostra que ainda não encontrou seu ponto de equilíbrio neste canal. Em 2014, no primeiro trimestre, obteve resultado positivo de R$ 13,8 milhões ante um prejuízo de R$ 5,3 milhões no primeiro trimestre deste ano. Na Renner (desde 2010 como loja virtual), significa 1% da sua receita total. E em 2014, na Hering, ele representou apenas 1,3% de suas vendas. (Brasil Econômico/06-05-2015)

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