Na mídia: Invasão têxtil asiática motiva renovação do parque fabril brasileiro

Apesar das vitrines andarem em linha com as passarelas internacionais e fomentarem a diversificação, a presença cada vez maior de itens importados nas araras das grandes redes varejistas de vestuário no Brasil é resultado da pesada carga tributária, um dos principais entraves à indústria têxtil no país.

No mix das maiores redes, os itens de inverno, como jaquetas e malhas, respondem pelo maior volume das importações, vindas principalmente de China, Índia, Hong Kong e Bangladesh. Segundo estudo da Associação Brasileira do Varejo Têxtil (ABVTEX), em parceria com o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), a produção nacional não tem sido suficiente para suprir a demanda interna.

Em todo o ano passado, foram importadas 640,5 milhões de peças de vestuário, o que equivale a 9,3% do consumo aparente da indústria de vestuário, de acordo com o Instituto de Estudos em Marketing Industrial (Iemi).

Diante deste cenário, a ABVTEX defende que o varejo de vestuário necessita adotar medidas que estimulem a renovação do parque industrial brasileiro, além da capacitação de mão de obra. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) deverá coordenar as reivindicações do setor junto ao governo.

Fonte: FCDL/SC.

 

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