Na mídia: Consumidor brasileiro

Estudo elaborado pelo Núcleo de Inteligência de Mercado do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI) sobre o Comportamento de Compra do Consumidor de Calçados revela que, na maioria dos casos, a compra não é planejada pelo comprador.

Ela acontece pela proximidade do cliente com o produto e o encantamento provocado pela vitrine e pelo bom atendimento da loja.

A emoção leva à compra de um calçado na maior parte dos casos.

Motivos práticos somam 38,7%. As demais opções, todas ligadas a aspectos emocionais, somam 61,3% das respostas.

No entanto, de nada adianta um calçado bonito se não se adequar aos pés. Para 65,4%, o conforto é a principal característica do produto a ser adquirido e se sobrepõe a questões de moda e de estilo.

A pesquisa foi realizada no final de 2011, baseada na última compra dos entrevistados.

A amostra pesquisada é constituída por 3.260 consumidores voluntários, de ambos os sexos, com idade acima de 15 anos, de todas as classes sociais, residentes em diferentes estados do Brasil e categorizados por perfis.

A importância do ponto de venda. O consumidor de calçados busca conveniência.

Por isso, 36,2% dos entrevistados realizaram a compra em uma loja próxima à sua residência, geralmente atraídos pela vitrine, que assume papel importante nas vendas, servindo como primeira imagem percebida do estabelecimento: 78,2% dos entrevistados disseram reparar sempre nas vitrines das lojas e 93,7% sentem-se influenciados por ela no momento da compra.

Houve até quem já deixou de entrar em uma loja por não ter gostado da vitrine: nada menos que 75,7%.

A loja física ainda é o principal canal de compra, utilizado por 85,4% dos entrevistados. A Internet aparece em segundo lugar, com 13,2%.

As pessoas querem experimentar os calçados, verificar se é confortável.

O bom atendimento é apontado por 52,4% como atributo fundamental para o sucesso da loja – enquanto 72,7% dos consumidores acreditam que sofrem algum tipo de influência do vendedor na escolha do produto. Se o serviço for ruim, 75,3% afirmam que rejeitam a loja.

A força da vitrine aparece mais uma vez: 33% rejeitam o estabelecimento se não houver vitrine ou se ela for bagunçada.

Isto significa que o atributo de uma boa vitrine não é suficiente para garantir uma venda, prejudicada pelo mau atendimento.

O vendedor precisa entender o que o consumidor deseja. Deve questionar para quem é o sapato e qual ocasião se destina.

O processo de compra é complexo e segue várias etapas, da atração à aquisição. A possibilidade de troca do produto e a forma de pagamento também são itens importantes.

O consumidor ainda prefere pagar à vista (59,3%). O parcelamento para a aquisição de calçados ainda não é tão aceito pelo consumidor.

Os gastos mais comuns, apontados por 47,2%, giram em torno de R$ 76 a R$ 200. Os consumidores que mais adquiriram os produtos pertencem às classes B2 e C: 56,7%.

 

Leia a matéria na íntegra: http://www.piccadilly.com.br/portal/?s=ClubeTrade&id=240&lang=br

 

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