Na mídia: Confecção – como entrar no ramo

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De acordo com dados do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi), a participação de manufaturas têxteis importadas – fios, tecidos, malhas e outras matérias-primas – representam 31,6% da produção no Brasil. Os artigos de vestuários vindos da

Ásia – com mais força da China – dominam 10% de todo o varejo brasileiro. Por aqui, os empresários tentam administrar a situação, equilibrando o uso de materiais nacionais e importados.

“O jeito é acompanhar os preços de lá. Mesmo sem importar diretamente, pagamos um valor mais em conta. É tudo mais barato”, comenta Ana Batista, que mesmo diante desses detalhes consegue manter 20 profissionais contratados, além de ter outras 13 facções – pequenas confecções independentes – que costumam lhe prestar serviço.

“Esse é um ramo em que a gente aprende todo dia. Sempre tem coisa nova. A mulher é sempre muito exigente. Se aparece um modelo na novela, por exemplo, já tem gente no outro dia vendendo nas lojas”, empolga-se.

O investimento inicial para uma confecção deve levar em consideração muitas situações (confira tabela acima). Antes de investir, a dica é pesquisar, estudar e relacionar todas as despesas como imóvel, instalações, equipamentos, contratações de serviços e empregados, treinamento, documentação, legalização da empresa, etc.[…]

 

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