IEMI aponta crescimento para o setor moveleiro

Nos dias 18, 19 e 20 de julho, a capital paulista recebe a Feira Nacional da Indústria Moveleira: a FeiMobili. Durante os três dias de evento, grandes empresas nacionais irão exibir e comercializar sonhos, conforto e muitas novidades.

Com visibilidade nacional e internacional, o evento é uma boa oportunidade para garantir ótimos negócios. De acordo com o IEMI – Inteligência de Mercado, instituto de pesquisa especializado no mercado moveleiro, dados recentes demonstram que o consumo aparente (total da sua produção adicionado das importações e subtraído das exportações) de móveis e colchões, destinados ao varejo, chegou a 423,8 milhões de peças em 2016, com recuo de 7,7% em relação a 2015. Para 2017, a produção deverá apresentar crescimento de 2,1% em volume de peças e 5,0% em valores em reais e o consumo aparente, também, tende a crescer 2,1% em volume de peças.

“Em um momento em que o setor de móveis tem grandes desafios e oportunidades pela frente, conhecer a fundo, as informações e o desempenho da indústria, do varejo e os hábitos de consumo do consumidor e a sua relação com as marcas, canais de compra e produtos são essenciais para fabricantes e varejistas”, explica Marcelo Prado, diretor do IEMI.

Pessoal ocupado no setor de móveis

O emprego no setor em maio de 2017 cresceu 2,3% sobre abril e já acumula um crescimento de 3,9% frente a dezembro de 2016.

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No varejo de móveis e colchões, estimativas são positivas e o dormitório é destaque

Do montante de móveis e colchões disponíveis para o consumo no Brasil (424 milhões de peças), aproximadamente 89% destinam-se à comercialização no varejo, totalizando por volta de 375 milhões de peças, entre as quais se incluem os móveis residenciais, o home office e os para escritório. Os 11% restantes dos móveis, ou cerca de 49 milhões de peças, são comercializados por meio de outros canais de venda (corporativos, licitações, atacadistas, etc).

Para 2017, o varejo deverá apresentar alta de 2,6% em volume de peças e 5,5% em valores em reais, ou seja, em 2017 o varejo de móveis e colchões deverá movimentar aproximadamente 385 milhões de peças, correspondente a R$ 81,3 bilhões.

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Em 2016, a participação dos móveis para dormitórios no varejo foi de 33%, na sequência vieram os móveis para escritório, com 12% e os móveis para cozinha, com 11%. Os colchões apareceram em 6º lugar, com 8%.

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Mais de 60% dos consumidores de móveis pesquisam na Internet antes de realizar a compra

A exposição dos produtos na Internet fornece informações preliminares aos consumidores de forma a gerar objetividade e segurança na hora da compra, principalmente para um produto tão importante para o lar como móveis. A pesquisa do IEMI destinada a entender o comportamento de compra do consumidor de móveis mostra que mais da metade (63,6%) dos consumidores brasileiros pesquisam na Internet antes de realizar uma compra. A maioria deles (71,2%) o fez para conhecer o preço do produto. Após a pesquisa na Internet, 69,9% foram a uma loja física para conhecer melhor e experimentar o produto antes da compra. Mesmo assim, ao final deste processo, apenas 18,0% optaram por comprar em uma loja virtual, enquanto que a maioria dos consumidores acabou optando por comprar na loja física (80,2%) e 1,8% indicaram outros canais.

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Isto demonstra o crescimento das consultas prévias à Internet em relação aos dados da pesquisa sobre o mesmo tema, realizada em 2014. Na época, a porcentagem dos que pesquisaram na Internet antes da compra foi de 52,5% e os que compraram em loja virtual foi somente 11,3%, sendo que 88,7% deles compraram em lojas físicas de móveis, revendedores, feiras e marcenarias.

Mudanças de imóvel é a principal motivação para a compra de um colchão

Já em relação ao comportamento de compra de colchões, observa-se que entre os diferentes momentos de vida dos consumidores, na ocasião da última compra, a maioria (28,6%) alegou a mudança para um imóvel maior. Os que alegaram a mudança para morar sozinho somaram 8,5%; e 3,2% foram motivados pela mudança para um imóvel menor. Somados, observa-se que 43% das motivações de compra do produto estão relacionadas à mudança ou reforma de um imóvel.

Já 18,7% dos consumidores justificaram a substituição do colchão por conta do desgaste ou envelhecimento do produto.

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Este é apenas um teaser que engloba os estudos do Mercado Potencial de Móveis em Geral 2017, Mercado Potencial de Colchões e Camas-Box 2017, Comportamento de Compra do Consumidor de Móveis 2017, Comportamento de Compra do Consumidor de Colchões 2017 e Canais do Varejo de Móveis 2017, estes estudos estão disponíveis e trazem uma gama de informações acerca do mercado com histórico e projeções. Fale com um consultor e saiba mais.


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