Expectativas do setor de materiais de construção

A ABRAMAT, do setor de construção, espera recuo de até 10% para o faturamento deflacionado que poderá chegar a R$ 152 bilhões. Para 2016, prevê queda ainda de 4%. Em tintas, a ABRAFATI, informou que até setembro a redução acumulada chegou a 5%. A Tigre, atuando em tubos e outros, deverá ficar no patamar de 2014. A Saint-Gobain, previa crescer 7% em 2015, mas deverá ficar em nível menor. A Lorenzetti, que entre 2010 e 2014 teve expansão anual além de 10% e prevendo alta de 12% neste 2015 apenas informou que as vendas de chuveiros caíram menos que outros metais sanitários, a partir de agosto. E a Papaiz, de cadeados e fechaduras, aumentou de 15% para 20% sua participação na exportação, além de obter crescimento de 8% para 15% nas exportações de seu outro negocio – Udinese, de esquadrias e janelas. (Valor/16-10-2015)

 

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