Eça de Queiroz previu em 1871

Escreveu José Maria de Eça de Queiroz em 1871, na introdução de “As Farpas”, que lançou com Ramalho Ortigão, ainda em Coimbra, quando tinha pouco mais de 20 anos. (…) “O País perdeu a inteligência e a consciência moral, não há principio que não seja desmentido nem instituição que não seja escarnecida. Já não se crê na honestidade dos homens públicos. O povo está na miséria, os serviços públicos abandonados a uma rotina dormente. (…) Agiotagem explora o juro, a ignorância pesa sobre povo como um nevoeiro. O número das escolas é dramático. A intriga política alastra-se sobre a sonolência enfastiada do País, diz-se por toda a parte: “O País está perdido!”. (…) Por isso, aqui começamos a apontar o que podemos chamar de – o progresso da decadência”. (Arnaldo Jabor-(Eça e Machado nos previram)/Estadão/10-05-2016)

 

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