De olho em 2018

Tomando como base uma média das previsões das principais fontes de econômicas do país, elaboramos um breve cenário para o ambiente produtivo do país, nos próximos cinco anos, o que poderá ser útil aos empresários interessados em investir na expansão dos seus negócios. Veja abaixo um resumo dos principais indicadores futuros:

–           O PIB nacional tende a continuar a crescer em um ritmo lento nos próximos anos, em torno de 2,4% ao ano, contra uma taxa média de 3,9% prevista pelo Banco Mundial para o PIB Global. Apesar das grandes oportunidades que o Brasil dispõe, políticas governamentais desalinhadas com os anseios empresariais teimam em nos manter na rabeira dos países emergentes;

–           O PIB da Indústria de Transformação no país, por sua vez, tende a elevar sua taxa média de expansão de 1,2% ao ano, nos últimos cinco anos, para 2,5% ao ano, para os próximos cinco. Embora bem pouco empolgante, não deixa de ser alguma melhoria, não é mesmo?

–           A inflação que em meio a um populismo generalizado, vem se mantendo  elevada, beirando o teto da banda estipulada pelo Banco Central, só deverá arrefecer e alcançar o centro da meta estipulada (4,5% ao ano), ao final de 2018;

–           Até lá espera-se que o câmbio mantenha uma rota de lenta depreciação, com estimativas de alcançar R$ 2,72 por dólar, ao final de 2018, o que equivaleria a preços correntes a R$ 2,46 por dólar. Esta modesta desvalorização, porém, não será linear e à medida que o governo americano for diminuindo os incentivos à economia americana, deveremos conviver com picos temporários de elevação na cotação do dólar;

–           O consumo das famílias, tão importante para o avanço das marcas brasileiras, tende a desacelerar o seu ritmo de expansão dos atuais 4,1% ao ano, para 2,9% ao ano, em média, para os próximos cinco anos.

Dentro de tal panorama, podemos afirmar que o grande risco do setor moveleiro é crescer pouco. Por outro lado, para aqueles que não se conformarem e estiverem dispostos a crescer acima do mercado, o que não falta são oportunidades em um mercado tão extenso quanto o nosso.

 

>> Texto extraído do Blog Economia do Setor Moveleiro, no site eMóbile, de autoria de Marcelo V. Prado, diretor do IEMI – Inteligência de Mercado.

 

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