Crise muda hábito do consumidor de vestuário

Os hábitos de compra de vestuário durante crise refletiram em um consumidor mais criterioso e procurando comprar peças que durem mais tempo, conforme a pesquisa do IEMI – Inteligência de Mercado, que levou em consideração o comportamento desses consumidores nos últimos três anos. Neste período menos pessoas se dispuseram a comprar roupas, contudo, o ticket médio por transação avançou 25% e as compras estão 8% mais freqüentes. Segundo o diretor do IEMI, Marcelo V. Prado, fatores interligados foram cruciais para essas conclusões e explica: “A crise não afeta a todos os níveis da população, os mais pobres sofreram mais neste período. Já quem costumava comprar no exterior passou a comprar aqui. As lojas de departamentos fizeram bem essa leitura e melhoraram a qualidade dos produtos que eles estavam oferecendo. Isso explica em parte o bom rendimento que obtiveram neste período”. Ainda de acordo com Prado, após faturar R$ 177 bilhões em 2016 o varejo de vestuário estima encerrar este ano com R$ 192 bilhões (alta de 8,8%), número impulsionado pelas lojas especializadas que representam 31% do total. Por sua vez, as lojas multimarcas, que sofrem mais com a crise, “ficaram expostas a um público mais vulnerável e são muito dependentes das grandes fábricas”, conclui Prado. (DCI/19-12-2017)

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