Classes B e C compram um em cada quatro móveis no país, aponta estudo

As classes B e C compraram 77% dos móveis vendidos no ano passado, segundo estudo da Iemi (Instituto de Estudos e Marketing Industrial).

Em 2012, 55% do consumo se originou dessas classes sociais. Cinco anos antes, o índice estava em 69%.

A participação do consumidor das classes sociais D e E no valor das vendas diminuiu no período. Segundo a Iemi, esse crescimento ocorreu em razão do número menor de pessoas que nelas se encontram atualmente.

De acordo com a delimitação da empresa, pertencem às classes B e C famílias que ganham de cinco a 25 salários mínimos, que está em R$ 678. Fazem parte da classe A famílias com renda acima de 25 salários mínimos. Nas classes D e E, a faixa é de até quatro salários mínimos.

Marcelo Prado, diretor do Iemi, diz que a melhor distribuição de renda aqueceu o mercado interno, favorecendo as marcas direcionadas à classe média. De acordo com ele, os demais segmentos (alta renda e baixa renda) também cresceram, mas num ritmo menor, perdendo participação relativa no mercado.

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