Cambio nada tem a haver com a OMC

“A famosa colher de chá para os emergentes acabou. Hoje, a negociação é feita em pé de igualdade, mesmo considerando as assimetrias entre os países”. Com esta enfática posição o novo diretor-geral da OMC, que tomará posse em setembro próximo, o diplomata brasileiro Roberto Azevedo, em entrevista ao jornal Brasil Econômico de hoje, dia 07, abre a mesma pontuando que “Não vamos encontrar solução para a questão cambial em um organismo internacional. Não será na OMC, no FMI e nem no Banco Mundial”.

 

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