Ainda no estágio da economia colonial

Em artigo no jornal Monitor Mercantil, do Rio de Janeiro, na edição do dia primeiro passado, o presidente da Abit, Fernando Pimentel, sob o título “O estigma da economia colonial”, pontuou – “A indústria paga 1,56 vez mais tributos (34,20% da arrecadação federal) do que sua participação no PIB (21,8%). Em outro trecho pontuou: – “ Os números (IBGE/biênio 2015/2016) demonstram, com precisão matemática que a industria arca proporcionalmente com a maior carga tributária do país”. Em outro trecho, explicita: “… vendemos algodão por US$ 1,67 o quilo, a roupa pronta tem um preço médio de US$ 40,72, no mercado internacional”. Mais adiante comenta – “Nosso País desde a independência a quase dois séculos trilhou um longo caminho para reverter a herança colonial como fornecedor de produtos primário, à preços subestimados…”. Ao finalizar pontua: “Agora, os inúmeros obstáculos à indústria tem reduzido paulatinamente sua parcela no PIB e mais ainda o seu índice de participação em nossa pauta de exportação, é preciso reverter este quadro, afastando o aspecto da economia colonial que ameaça ressuscitar 195 anos após o grito do Ipiranga”. (Monitor Mercantil/RJ/01-11-2017)

BT-17-600px

Fique por dentro do mercado de Moda e Decoração

>> Conecte-se ao IEMI no LinkedIn

>> Curta o IEMI no Facebook

>> Siga o IEMI no Twitter>

Conheça nossos Produtos e Serviços


Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Os comentários são sujeitos a moderação antes de serem publicados. Campos obrigatórios são marcados com *.