África, nova fronteira para o vestuário

Alguns grandes do vestuário global buscam já fornecedores na África. Entre eles, Collin Browne, diretor de suprimentos da VF Corp., dona de marcas variadas, como Lee, Wrangler e Timberland. Segundo ele, a África é a fronteira final do comercio global de roupas, o último continente com uma mão de obra barata e abundante. Em Bangladesh, esses trabalhadores do vestuário ganham, no mínimo, US$ 67 por mês, de acordo com OIT. Na Etiópia (África), o salário inicial do setor, por mês estava na faixa de US% 21, no final de 2014, segundo o governo local. No nordeste da Etiópia, a fábrica de fios, tecidos e roupas MAA com 1.600 funcionários, já produz peças básicas (camisetas, calças e etc), para H&M, Tesco, Asda Stores, e a alemã KiK Textilien und Non – food gmbh. (WSJ.com/Brasil/13-07-2015)

 

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