Acerca dos têxteis brasileiros

Na primeira conferencia da Abit, ocorridas em inícios de junho, em São Paulo, reunindo mais de 400 participantes, de executivos de toda a cadeia têxtil nacional e de outros países, entre os diferentes palestrantes, o consultor suíço em assuntos desse setor, Giuzzeppe Gherzi, preveniu que os mercados de algodão irão estagnar enquanto haverá avanço de fibras alternativas assim como os de fios mistos além de uma maior participação de mercado dos não tecidos. Dados do IEMI – Inteligência de Mercado, citados nesta conferência mostram também que inúmeras empresas além do fator matéria-prima, segundo as estatísticas, sugerem investimentos em novas tecnologias, expansão da produção e treinamento dentro desse setor cujos valores em 2012, atingiram cerca de US$ 1,9 bilhão, representando 40% superior a 2008. Neste particular, uma das grandes industrias do parque fabril têxtil, Vicunha Têxtil presente ao certame segundo seu presidente Ricardo Steinbruch, desde 2007 reorientou suas atividades para: maior atendimento aos requisitos de seus clientes, menor consumo de água, menos impacto ambiental, mais matérias recicláveis, uso de fontes de energias renováveis e melhor sustentabilidade social e econômica”. (WTINinsight-Junho-2016)

 

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