A partir de 2016 o Brasil vai exportar “fluff”

Já a partir de 2016 o Brasil passará à exportador de celulose fluff utilizado em fraldas e absorventes com a entrada da Suzano Papel e Celulose, no segmento e o inicio da nova fábrica da Klabin que juntas irão produzir 500 mil toneladas/ano. Por enquanto, o País importa 400 mil toneladas/ano. Estudo do BNDES realizado pela Risi Consultoria, indica que em 2012 a capacidade instalada mundial era de 6 milhões de toneladas/ano, das quais 89% no sul do EUA e concentrada em poucos fornecedores, dos quais o maior era a GP Celulose, com 27% do total mundial. (Valor/25-05-2015)

 

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